🚨 REFORMA TRIBUTÁRIA: QUANDO O PRÓPRIO GOVERNO PRECISA REVER AS REGRAS QUE CRIOU
O Brasil está diante de uma situação que merece atenção.
Após décadas de discussão e anos de preparação, a Reforma Tributária aproxima-se de uma etapa decisiva. Entretanto, informações divulgadas pela imprensa indicam que o governo estuda alterar novamente a Constituição para evitar uma possível perda de arrecadação de R$ 3,82 bilhões em janeiro de 2027.
O motivo seria a transição entre o IPI e o novo Imposto Seletivo.
E a pergunta que fica é: como exigir planejamento rigoroso das empresas quando o próprio calendário tributário enfrenta incertezas?
Milhares de empresários estão investindo na atualização de sistemas, revisão de contratos, capacitação profissional e adequação de procedimentos fiscais.
Tudo isso tem custo.
A Reforma Tributária precisa representar mais do que uma mudança na forma de arrecadar. Precisa oferecer estabilidade, transparência e segurança jurídica.
📌 A Organização Contábil Progresso defende que uma reforma verdadeiramente eficiente deve respeitar tanto a necessidade de arrecadação do Estado quanto a capacidade de planejamento de quem produz, emprega e investe.
Afinal, uma empresa consegue planejar seus custos diante de impostos conhecidos. O que ela não consegue calcular com segurança é o preço da imprevisibilidade.
A reforma precisa simplificar a vida das empresas, não transformar a insegurança jurídica em rotina.
✍️ Rogério Clemente de Oliveira
Organização Contábil Progresso
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